<<.II.II.Clima da Aventura | Breve HistÛrico | crÌticas ao oralismo.>>
1756, AbbÈ de L'EpeÈ, Paris. Primeira escola para surdos: gestualista e oralista.

1880 - Congresso Mundial de Surdos em Mil“o
Educadores de surdos da Europa e EUA, sem presenÁa de adultos surdos.
Oralismo definido como padr“o / linguagem de sinais proibida.

1971- Congresso Mundial de Surdos em Paris
LÌngua de sinais passa a ser valorizada novamente

1975 - Congresso Mundial de Surdos em Washington
ConstataÁžes: surdos sub-educados com o oralismo puro;
ComunicaÁ“o gestual nunca deixou de existir.

1981 - Danielle Bouvet, trabalhos publicados em Paris, e pesquisas realizadas na
SuÈcia e Dinamarca, introduzem o enfoque bilÌng¸e na educaÁ“o de surdos.




<<.breve histÛrico | CrÌticas ao oralismo | biling¸ismo.>>
Oliver Sacks: baixa exposiÁ“o ao aprendizado incidental;
Gasta-se tanto tempo com oralizaÁ“o que sobra pouco para outros aprendizados - nÌvel acadÍmico muito abaixo dos ouvintes.
Surdos americanos de dezoito anos - nÌvel mÈdio de leitura equivalente ao de um aluno ouvinte do 4o ano do Ensino Fundamental.

Carlos Skliar: "modelo clÌnico-terapÍutico da surdez";
Identidade unÌvoca entre efic·cia oral e desenvolvimento cognitivo;
Respons·vel pelo atraso acadÍmico de surdos;
Gera cÌrculo de baixas expectativas.